Social




Turma do Macarrão distribui 111 toneladas de alimentos



Cerca de 600 voluntários realizaram a separação e entrega dos produtos arrecadados para 75 entidades


25/12/2011 - 18h06 . Atualizada em 25/12/2011 - 18h
Na manhã da véspera do Natal, 600 voluntários da Turma do Macarrão se dividiam na tarefa de separar os sacos de alimentos arrecadados e organizá-los em um esquema organizado ao estilo das formigas, com afinco e muito suor, mas sem deixar de lado a animação e a alegria de ajudar o próximo, especialmente, os mais carentes.
Essa turma engajada conseguiu arrecadar 111 toneladas de alimentos que foram entregues para 75 entidades assistenciais de Campinas. Além dos alimentos, o grupo também entregou 14 mil brinquedos, segundo o voluntário Ueselis Amaral, um dos líderes da turma iniciada há 28 anos. “A iniciativa começou como uma ação entre oito amigos e hoje tem o mesmo perfil, apenas ganhou mais adesão.”
Tradicionalmente, a turma faz rifas e dois jantares anuais para arrecadar o dinheiro para a compra dos alimentos, além da ajuda do cidadão comum e de alguns parceiros, como o da Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa) que, este ano, fez a doação de 46 toneladas de alimentos entre frutas, legumes e panetones. Amaral informa ainda que algumas camisas e 10 mil livros também foram arrecadados pela ação solidária do grupo. Além das entidades, os amigos alegraram o Natal de muitas famílias. É que durante todo o dia da véspera natalina, eles foram entregar alimentos e brinquedos em oito comunidades carentes, como o bairro São Marcos.
A presidente da Casa da Sopa, no bairro Paraíso de Viracopos, Benedita Aparecida Franco de Camargo informa que os alimentos recebidos devem abastecer a entidade por quatro meses. A Casa da Sopa atende 130 crianças diariamente e tem 330 famílias cadastradas. “Esse último ano foi amargo e difícil. Com esta doação, começaremos bem o ano”, comentou Benedita que há 13 anos é beneficiada pela ajuda da Turma do Macarrão.
A opinião é compartilhada pela presidente do Centro Comunitário da Criança do Parque Itajaí, Ilza Cardoso Barbosa. Ex-favelada, Ilza decidiu fundar o centro por saber o que é não ter um prato de comida na mesa. “Eu abri o meu coração para ajudar o próximo e faço um apelo para que as pessoas ajudem as entidades de Campinas”. O presidente do Serviço Social Nova Jerusalém, Ubirajara Dias de Andrade, lembrou que o cidadão ou empresas podem destinar parte do imposto de renda para a entidade assistencial de sua preferência. Elas devem estar cadastradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).


Outras ações
Crianças da região dos Dics e do Satélite Íris também foram beneficiadas com a ação solidária de um grupo de amigos liderado pelo voluntário Clodoaldo Tomaz da Silva, no sábado. A turma — formada, basicamente, por famílias — realiza bingos, rifas e noites da pizza durante o ano em prol da campanha do Natal que acontece há 11 anos, segundo Clodoaldo. Este ano, o grupo conseguiu entregar 7 mil pacotes de brinquedos, além de doces, balas e pipocas. Ontem, foi a vez das comunidades do Jardim Itatiaia, do bairro São Fernando e do Jardim Santa Eudóxia.


Hemocentro registra queda de 70% nos estoques de banco de sangue

Festas de fim de ano e férias provocam redução nas doações

23/12/2011 - 16:09
Da redação
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Os estoques de sangue do Hemocentro da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) estão baixos e, por conta disso, aumenta os riscos de falta de sangue para atendimentos de emergência e de cancelamento de cirurgias agendadas que possam precisar de transfusão de sangue. No local, é comum ter 500 bolsas para o sangue do tipo “O” positivo e nesta sexta-feira (23) tem 60. O Hemocentro atende 50 hospitais de Campinas, que concentra 5 milhões de pessoas.

A redução nas doações chega a 70%, por causa das férias e festas. Segundo o diretor de serviço de coleta de sangue do Hemocentro, Vagner Castro, pode ocorrer a suspensão de cirurgias agendadas. "A gente tem medo de não ter estoque suficiente para atender as urgências e emergências que essas sim poderiam ter um comprometimento importante", afirma.

Doações
A coleta do Hemocentro está funcionando em esquema de plantão e também atenderá neste sábado (24). O horário para doação vai das 7h30 até as 15h. Informações podem ser obtidas pelo telefone: 3521-8705.




Nesta Pagina estaremos divulgando os eventos Sociais de Nosso Grêmio seguindo nosso Lema:
Responsabilidade, Solidariedade e Sustentabilidade

Apartir de 25/10/2011 estamos adotando a Entidade Casa da Sopa de Campinas e precisamos de ajuda com os membros do Grêmio dos Vigilantes Campinas (GVC) você pode ajudar esta entidade seria a Casa da Sopa Campinas.
Segue abaixo:
CNPJ 03.251.045/0001-27
Fone: 19 3224 0560 / 9702 6605

Casa da Sopa
Historia
Em 1997, a Sr.ª Benedita Aparecida Franco de
Camargo,uma das primeiras moradoras do Núcleo
Residencial do Jardim Paraíso de Viracopos, foi eleita
presidente da Associação de Moradores.
Nessa função, passou a ser procurada todos os dia
pelos moradores devido a problemas de infra-estrutura
do bairro e também para resolver o problema da fome.
A partir daí, ela organizou os dados das famílias
Mais necessitadas e saiu à luta em busca de verduras e
legumes passando a distribuir esses alimentos.


Porém as dificuldades eram imensas, muitas famílias não
mesmo dinheiro para comprar o gás de cozinha. Almejando oferecer algo mais às famílias, a Presidente da
Associação de Moradores resolveu fornecer o alimento pronto.
Desta maneira, a primeira sopa foi servida no dia 28/04/1999, em um local improvisado, fundando assim a

CASA DA SOPA.
O projeto progrediu, e em agosto de 1999, a CASA DA SOPA foi declarada Órgão de Utilidade Pública. Em
2000 foi doado um terreno pela Prefeitura Municipal de Campinas e com doações da Fundação dos
Funcionários do Banco do Brasil a sede foi construída à Rua Iraí, nº 91 no Núcleo Residencial Paraíso de
Viracopos na Cidade de Campinas/SP.

OBJETIVO
A CASA DA SOPA tem como principal objetivo desenvolver um trabalho com a família, de maneira que ela
possa desempenhar os papéis que lhe são atribuídos, ou seja, permitir à família o acesso aos direitos sociais e
a conquista da cidadania através de programas sociais com ações emancipatórias. Para isso utiliza-se de
estratégias sócias educativas integradas e também, desenvolve ações grupais para a reflexão do cotidiano,
propondo atividades de interesses que envolvam família e comunidade.
METODOLOGIA

Acompanhar sistematicamente as famílias através dos seguintes instrumentos:
1. Entrevista domiciliar
2. Entrevista individual
3. Grupo sócio educativo
4. Ações integradas e conjuntas com recursos existentes na comunidade.
Desta forma a entidade percebe o usuário como protagonista de sua própria história, respeitando sua
capacidade de refletir, compreender, escolher e buscar alternativas de solução. Resguardando ao
acompanhamento um papel ativo motivador de participação no processo de desencadeamento de
transformações positivas no que diz respeito à qualidade de vida; criando vínculo significativo com o usuário
que possibilite receptividade, adesão e envolvimento ao trabalho a ser desenvolvido; estabelecendo um espaço
de escuta e reflexão, junto às famílias, objetivando uma compreensão aprofundada e abrangente da realidade
social e das problemáticas presente